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ITÁLIA ENOGASTRONÔMICA HISTÓRIA e ARTE, LAGOS e MONTANHAS TOSCANA, VENETO, PIEMONTE

ITÁLIA ENOGASTRONÔMICA HISTÓRIA e ARTE, LAGOS e MONTANHAS TOSCANA, VENETO, PIEMONTE
18
Dias

ITÁLIA ENOGASTRONÔMICA: HISTÓRIA e ARTE, LAGOS e MONTANHAS TOSCANA, VENETO, PIEMONTE

ITÁLIA ENOGASTRONÔMICA: HISTÓRIA e ARTE, LAGOS e MONTANHAS TOSCANA, VENETO, PIEMONTE

DATA SOB CONSULTA

DIA 1

Partida

Partida

CURITIBA – RIO DE JANEIRO (GOL)                         

10h40min – 12h00min

RIO DE JANEIRO – ROMA (ALITALIA)

14h35min – 07h00min

DIA 2

ROMA/VERONA/TRENTO

ROMA/VERONA/TRENTO

ROMA – VERONA (ALITALIA)             

 09h50min – 10h50min

 

GRAND HOTEL TRENTO                                                                     

www.grandhoteltrento.com

Chegada em Roma, conexão a Verona. Em seguida saída com destino a Trentino Aldo Adige. Tarde para passeio em Trento,

DIA 3

TRENTO/ALTO ADIGE/TERMENO/CALDARO/APIANO

TRENTO/ALTO ADIGE/TERMENO/CALDARO/APIANO

GRAND HOTEL TRENTO                                                                     

www.grandhoteltrento.com

Imagine uma combinação perfeita entre a força dos Alpes e o charme mediterrâneo, e você vai encontrar essa denominação italiana, num local com mais de 3.000 anos de tradição vitivinícola: o Alto Adige. As vinhas estão protegidas dos ventos frios pelos Alpes, ao norte. Do Sul, por sua vez, chegam correntes de ar quente vindas do Lago di Garda e do Mediterrâneo. Assim, o clima é ameno, com temperatura média de 18°C, com mais de 300 dias de Sol por ano, e com grandes variações térmicas entre o dia e a noite. Mais de 60% dos vinhedos do Alto Adige são ocupados por uvas brancas, sendo as mais plantadas a Pinot Grigio, a Gewürztraminer, a Chardonnay, e a Pinot Blanc. Entre as tintas, as mais cultivadas são duas uvas nativas, chamadas Schiava e Lagrein, ao lado da internacional Pinot Noir. Quais são os grandes destaques do Alto Adige? Vinhos brancos produzidos com a Pinot Grigio, de estilo refrescante e picante. Tintos leves à base da uva nativa Schiava, e tintos robustos e longevos, à base da uva Lagrein. Por fim, espumantes, apesar do clima ameno predominante, uvas Pinot Blanc, Pinot Noir e Chardonnay, cultivadas em altitudes mais elevadas, nos Alpes do Alto Adige, desenvolvem a acidez necessária para a produção de excelentes espumantes cheios de frescor. Produzidos pelo método clássico, no qual a segunda fermentação dá-se depois do vinho engarrafado, os espumantes do Alto Adige envelhecem por pelo menos 15 meses antes da comercialização. Curiosidade: Atualmente, são produzidas cerca de 250.000 garrafas de espumantes por ano, no Alto Adige. É bem pouco, se compararmos às 386 milhões de garrafas produzidas anualmente em Champagne! Mas pode acreditar: o mundo das borbulhas ganha muita qualidade com a pequena produção de Alto Adige. Outra curiosidade: Para reconhecer os vinhos da denominação de origem Alto Adige, procure pelo nome Südtirol estampado na cápsula das garrafas. Südtirol é o nome da província Alto Adige em alemão, idioma falado por 2/3 da população do local, que fez parte do Império Austro-Húngaro até 1919. E, para quem acha que entende tudo de vinho italiano, esse país tem sempre mais a nos ensinar.

DIA 4

TRENTO/MARMOLADA/MOENA/TRENTO

TRENTO/MARMOLADA/MOENA/TRENTO

GRAND HOTEL TRENTO                                                                     

www.grandhoteltrento.com

Uma região italiana com influências germânicas. O Tirol meridional (Trentino Alto Adige). É conhecido mundialmente pelas suas montanhas de coral pela cor rosa que tomam as rochas, as Dolomitas, hoje patrimônio da humanidade, seu nome advém do raro tipo de rochas que formam os seus picos “Dolomia”.

DIA 5

TRENTO/LAGO DI GARDA/SIRMIONE/PESCANTINA

TRENTO/LAGO DI GARDA/SIRMIONE/PESCANTINA

VILLA QUARANTA TOMMASI WINE HOTEL & SPA

www.villaquaranta.com

Neste dia visitaremos os vales do Trentino, onde se produz a mais famosa espumante da Itália, Cantina Ferrari, onde podemos degustar os melhores espumantes, seginfo ao Lago di Garda, o maior lago Italiano, passando por Riva del Garda, Limone, uma perola as margens do Lago, seguindo para Sirmione, pequena cidade de 6 mil habitantes, residência de veraneio de muitos ricos italianos. Está localizada a beira do Lago Garda (O maior lago Italiano) a cidade possui um castelo construído no século XIII, e o centro histórico é todo murado junto com o castelo. Continuação ao hotel e Pernoite.

DIA 6

PESCANTINA/VALPOLICELA/SOAVE

PESCANTINA/VALPOLICELA/SOAVE

VILLA QUARANTA TOMMASI WINE HOTEL & SPA

www.villaquaranta.com

Um dos vinhos mais famosos e prestigiados, Amarone Della Valpolicella Tommasi desempenhou um papel vital no reforço do status da região no mundo dos vinhos. Os exemplos das vinhas Classico em torno de Fumane, Marano, Negar e Sant’Ambroglio são considerados os melhores, e classificam-se entre os melhores vinhos da Itália. A Tommasi é uma empresa familiar fundada em 1902 e está situada em Pedemonte, no coração da região de Valpolicella Classica, ao norte de Verona. Os 75 mil hectares de vinhedos cultivados geram ao ano nada menos do que 850 milhões de litros, número equivalente a três vezes o total da produção brasileira. O grande vinho vêneto, também considerado um dos maiores da Itália, chama-se Amarone della Valpolicella, ou, para que não seja confundido com o primo mais humilde, apenas Amarone. A confusão se dá não apenas pelo nome, pois geograficamente a zona de produção é exatamente a mesma. Trata-se de um conjunto de suaves colinas ao norte de Verona, entre as cidades de Grezzana e Sant’Ambrogio di Valpolicella. As uvas também são as mesmas e pela legislação italiana devem ser: 40% a 70% de Corvina, 20% a 40% de Rondinella, 5% a 25% de Molinara, até 15% de Rossignola, Negrara, Barbera ou Sangiovese e até 5% de outras variedades. Na realidade, os Valpolicellas e os Amarones são feitos apenas com Corvina, Rondinella e Molinara. A primeira dá cor, caráter e maciez; a segunda contribui com a estrutura, e a terceira com a acidez e um delicado toque amargo. Mesmo com todas estas afinidades, o Valpolicella é um vinho leve e modesto, com 11% ou 12% de álcool, e o Amarone é bastante concentrado e seu teor alcoólico nunca é menor do que 14%, e pode chegar aos 17%. O que gera a diferença entre os dois, é o método de elaboração. Enquanto o Valpolicella é feito como qualquer vinho de mesa, o Amarone é “turbinado” por um procedimento conhecido como apassimento. A técnica consiste em deixar as uvas em caixas ou esteiras de quatro a cinco meses, em vez de serem esmagadas e fermentadas após a colheita. Durante este período, os frutos perdem cerca de 35% de seu peso e se tornam mais concentrados em perfumes, elementos gustativos e açúcares. As uvas adquirem um caráter resinoso não observado nas fermentações convencionais, e se convertem em um vinho de elevado teor alcoólico. Um outro fator pode afetar a bebida. Em anos mais úmidos, alguns cachos são atacados pelo fungo Botrytis cinerea, também conhecido como “podridão nobre”. Esse ataque é sempre bem-vindo pois imprime mais maciez, complexidade e intensidade aromática ao vinho.

DIA 7

PESCANTINA/VERONA

PESCANTINA/VERONA

VILLA QUARANTA TOMMASI WINE HOTEL & SPA

www.villaquaranta.com

Verona turisticamente muito famosa, a Arena é o símbolo de Verona, remonta ao século I a. C, foi construída para comportar até 30.000 espectadores. A Casa de Julieta, famosa protagonista de uma tragédia de Shakespeare ambientada em Verona, refere-se a uma casa remontante ao século XIII, com um sugestivo pátio, uma porta ogival e um balcão, ambiente sugestivo para evocar a triste história do amor impossível entre Romeo Montecchi e Giulietta Capuleti. Localizado nas colinas a noroeste de Verona.

DIA 8

PESCANTINA/VERONA/VENEZA (SAÍDA DE TREM)

PESCANTINA/VERONA/VENEZA (SAÍDA DE TREM)

VILLA QUARANTA TOMMASI WINE HOTEL & SPA

www.villaquaranta.com

Veneza é uma cidade única no mundo por ser construída em 118 ilhas no interior de uma grande lagoa. O povoamento da região data do século 6 d.C. A cidade se tornou uma república e, em 1797 Veneza alcançou o seu máximo esplendor, quando a República Veneta dominava todo o nordeste de Itália. Houve, naqueles séculos, um grande desenvolvimento de arte e da cultura. Essa atmosfera doce e requintada que se respira ao passearmos pelas suas pequenas ruas ou navegando lentamente através dos seus canais nas famosas gôndolas. O palácio Ducal, residência dos doges (governantes da cidade) sede do governo e palácio da Justiça da ‘Sereníssima República di Veneza’, que complementa o conjunto arquitetônico.

TREM DE ALTA VELOCIDADE   FRECCIAROSSA  1h10min DE VIAGEM 09h30min – 10h40min

TREM DE ALTA VELOCIDADE   FRECCIAROSSA  1h10min DE VIAGEM 17h50min – 19h00min

DIA 9

VERONA/MILÃO/ALBA (PIEMONTE)

VERONA/MILÃO/ALBA (PIEMONTE)

HOTEL I CASTELLI

hotel-icastelli.com

Café da manhã no hotel, seguiremos para Milão, a mais chique cidade italiana, capital econômica, financeira, da moda e da mídia. Há muita cultura existente, incluindo o espetacular Piazza Duomo, uma obra-prima da arquitetura milanesa, fica no ponto mais central de Milão. Vela pela primeira vez causa um impacto inesquecível, o telhado é inacreditável, tem 135 agulhas, uma característica marcante desse estilo arquitetônico baseado na verticalidade. Galleria Vittorio Emanuele, a esquerda de quem olha para o Duomo, um pórtico colossal chama a atenção, é a entrada da Galleria, construída entre 1865 e 1877, trata-se do centro comercial mais chique de Milão e notável exemplo da arquitetura neoclássica do país. A tarde seguiremos para Alba, chegada e pernoite. Em Alba, a Piazza Del Risorgimento, com a Catedral di San Lorenzo. Aproveite para explorar o seu comércio e adquirir as tão famosas trufas e vinhos, além do seu animado centro histórico.

DIA 10

ALBA/BAROLLO/GRINZANE/POLLENZO

ALBA/BAROLLO/GRINZANE/POLLENZO

HOTEL I CASTELLI                                                                                                   

hotel-icastelli.com

Hoje desfrutaremos de um tour pela região no norte da Itália, na região do Piemonte, existe um lugar que parece ter saído dos livros de fábulas infantis. É a região do Langhe, onde doces colinas cobertas de parreirais de uvas nobres se encontram com os Alpes e seus picos perenemente nevados. No topo de cada colina, ergue-se um castelo medieval. Nesta privilegiada região são elaborados os vinhos mais apreciados do mundo, como o Nebbiolo, o Barbera, o Dolcetto e o famoso BAROLO. Para que vocês não fiquem perdidos perguntando onde é que está a estrada do Barolo, já vou logo esclarecendo: a Strada del Barolo não é uma estrada e sim um conjunto de estradas estreitas que liga um aglomerado de cidadezinhas entre si. A estrada você é quem faz, decidindo ir aqui ou ali primeiro, ou seja, você personaliza seu caminho. O rei dos vinhos, o vinho dos reis“, assim é conhecido o Barolo, um vinho elaborado exclusivamente com uvas Nebbiolo, que segue normas rígidas de produção e que no mundo do vinho é definido como uma obra de arte. Uma das regras é a que determina que o vinho deve envelhecer pelo menos 38 meses antes de ser consumido – 18 deles em barril de carvalho. Os vinhos de Reserva envelhecem 62 meses com o mesmo tempo de passagem em barril. Mas para se chamar Barolo não basta que o vinho seja elaborado com uvas nebbiolo e que siga as rígidas normas de elaboração. As uvas têm que ser provenientes de uma destas 11 cidades: Barolo, Serralunga D’Alba, Cherasco, Verduno, Roddi, La Morra, Grinzane Cavour, Castiglione Falletto, Diano d’Alba, Novello e Monforte d’Alba.

 

DIA 11

ALBA/ASTI/BARBARESCO

ALBA/ASTI/BARBARESCO

HOTEL I CASTELLI

hotel-icastelli.com

Pela manhã saíremos, percorrendo a região de Piemonte. Nossa primeira parada será Asti, principal centro vinícola da localidade, com suas torres medievais, igrejas elegantes e telhados vermelhos. Lá, conheceremos: o Campo Del Palio, praça e onde ocorre o tradicional Pálio – corrida medieval de cavalos – concorrente do evento de Siena; o Batistério, a antiga igreja dos cavaleiros de São João de Malta, e o Duomo. Em seguida, conheceremos, Barbaresco coroada por um imponente castelo. É quase impossível falar de Barbaresco sem falar de Barolo. Localizado a leste da cidade de Alba, ocupa uma área 3 vezes menor que a do Barolo (apenas 640 hectares versus 1700 hectares). A Cidade de Barbaresco abrange as vilas de Barbaresco, Treiso e Neive. Para muitos a Nebbiolo é considerada a melhor uva da Itália, pois além de produzir os nobres Barolo e Barbaresco, também é utilizada como a principal casta nos fantásticos vinhos Gattinara, Lessona, Ghemme, Sfursat, entre outros. Também conhecida como Chiavennasca e/ou Spanna, é delicada e sensível às variações de solo e clima, o que faz dela de difícil adaptação em outros terrois. Amadurece de forma tardia no outono, quando é comum a presença de névoas nos vinhedos do Piemonte: daí vem uma das teorias da origem do nome Nebbiolo, que deriva da palavra italiana nebbia, névoa em português. O aroma do Barbaresco é uma combinação de frutas como framboesas e geleia de amoras vermelhas, e de flores como rosas e violetas. Além disso, possui notas de ervas, alcaçuz, canela, noz moscada, madeira, feno, avelãs tostadas, baunilha, sementes de anis e, com o avanço na idade, aparecem os aromas de couro, cânfora, tabaco, trufa e sous-bois. É comum escutar que o Barbaresco é um vinho com ‘posturas’ mais finas, talvez por ser mais aromático, elegante e de taninos polidos. Em geral, ele requer menos tempo de guarda para atingir seu maior potencial e tem vida menor que o Barolo. Em uma degustação às cegas, não é tarefa fácil decifrar se é um Barbaresco ou um Barolo. Estilisticamente falando, o Barolo de La Morra é o mais parecido com o Barbaresco, o que dificulta mais ainda distingui-los. Os produtores mais famosos são Gaja, Bruno Giacosa e a cooperativa Produttori del Barbaresco. Outros ótimos produtores incluem Cascina dele Rose, Fiorenzo Nada, Castello di Neive, Roagna, Albino Rocca e Bruno Rocca.

DIA 12

ALBA/RAPALLO/ PORTO FINO/SANTA MARGHERITA

ALBA/RAPALLO/ PORTO FINO/SANTA MARGHERITA

HOTEL ASTORIA                                                                                    

www.hotelastoriarapallo.it

Saída em direção à Costa do Golfo de Tigullio, uma das zonas mais exclusivas da Itália. Chegada à Rapallo e visita à esta encantadora cidade. Se as condições climáticas permitirem, embarque em barco para visita à Portofino. Bela e romântica, essa antiga vila de pescadores tornou-se uma das mais exclusivas cidades turísticas da Itália. Prosseguimento até a elegante Santa Margherita Ligure, com sua atmosfera inconfundível. Tempo livre nas proximidades do porto. Chegada e acomodação

DIA 13

RAPALLO/CINQUE TERRE/PISA/MONTECARLO (LUCCA)

RAPALLO/CINQUE TERRE/PISA/MONTECARLO (LUCCA)

AGRITURISMO BORGO LATORRE                                                           

http://www.fattorialatorre.it

Saída “Cinque Terre”. Situadas entre a costa e o mar, rodeadas por colinas e vinhedos, estas encantadoras vilas o farão se sentir em um pequeno pedaço do paraíso. Visita às cinco terras propriamente ditas: Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso. La Spezia, seguindo para Toscana, Pisa, ainda hoje famosa também como sede universitária, uma atenção particular merece o Campanário do Duomo, conhecida como a Torre de Pisa ou Torre Pendente. Pernoite.

DIA 14

MONTECARLO/LUCCA/FLORENÇA

MONTECARLO/LUCCA/FLORENÇA

AGRITURISMO BORGO LATORRE                                                            

http://www.fattorialatorre.it

Hoje seguiremos para Lucca foi fundada pelos Etruscos entre os séculos VII e VI a.C. destaca-se pela presença de sua muralha defensiva remontante aos séculos XV-XVII, marco inconfundível da vila, obra conhecida no mundo todo. A Praça do Anfiteatro situa-se sobre as antigas ruínas do anfiteatro romano (II século d.C.), que determinaram sua atual forma elíptica. Foi construída na Idade Média, A Catedral de Lucca, dedicada a São Martim de Tours, situa-se na homônima praça. Segundo a tradição, foi fundada por São Frediano no VI século. Seguindo para Florença “Berço do Renascimento” Cidade onde O gênio Italiano se manifesta em todo o seu esplendor e pureza. O centro da cidade, com o Campanário, o Batistério e a catedral constituem um conjunto extraordinário de mármores brancos, verdes e rosados, no qual se pode apreciar a transição entre a arte florentina medieval e aquela da renascença. Visita ao Duomo de Santa Maria Del Fiore, o Batistério, Construção romântica famosa pelas suas Portas de Bronze (entre as quais a Porta do Paraíso), (Assim chamada por Michelangelo), Piazza della Signoria. Retorno ao hotel.

DIA 15

MONTECARLO/GREVE IN CHIANTI/SIENA

MONTECARLO/GREVE IN CHIANTI/SIENA

AGRITURISMO BORGO LATORRE                                                            

http://www.fattorialatorre.it

Hoje seguiremos para Lucca foi fundada pelos Etruscos entre os séculos VII e VI a.C. destaca-se pela presença de sua muralha defensiva remontante aos séculos XV-XVII, marco inconfundível da vila, obra conhecida no mundo todo. A Praça do Anfiteatro situa-se sobre as antigas ruínas do anfiteatro romano (II século d.C.), que determinaram sua atual forma elíptica. Foi construída na Idade Média, A Catedral de Lucca, dedicada a São Martim de Tours, situa-se na homônima praça. Segundo a tradição, foi fundada por São Frediano no VI século. Seguindo para Florença “Berço do Renascimento” Cidade onde O gênio Italiano se manifesta em todo o seu esplendor e pureza. O centro da cidade, com o Campanário, o Batistério e a catedral constituem um conjunto extraordinário de mármores brancos, verdes e rosados, no qual se pode apreciar a transição entre a arte florentina medieval e aquela da renascença. Visita ao Duomo de Santa Maria Del Fiore, o Batistério, Construção romântica famosa pelas suas Portas de Bronze (entre as quais a Porta do Paraíso), (Assim chamada por Michelangelo), Piazza della Signoria. Retorno ao hotel

DIA 16

SIENA/MONTALCINO/PIENZA/MONTEPULCIANO

SIENA/MONTALCINO/PIENZA/MONTEPULCIANO

HOTEL ATHENA                                                                                                     

www.hotelathena.com

Hoje, nosso dia será dedicado à rota dos vinhos nobres da Toscana. Inicialmente faremos um tour por Montalcino, terra do vinho Brunello, onde veremos a Piazza del Popolo, com o Palazzo Del Priori e sua fortaleza do séc. XIV, transformada em enoteca. É curioso, mas Brunello di Montalcino, um dos mais famosos vinhos da Itália, é um fenômeno bastante recente na cena vitivinícola mundial. Diferentemente de outras regiões europeias, apesar de o vinho lá também ser produzido há séculos, o prestígio da marca só surgiu dos anos 1980 para cá. Mais do que isso, o conceito do Brunello foi criado apenas em meados do século XIX por Clementi Santi, um dos ancestrais da família Biondi Santi. Na sequência, Clementi, um farmacêutico de formação, começou a estudar mais cuidadosamente as variedades de uvas da Toscana e seus clones, assim como as técnicas de vinificação. Entre suas premiadas garrafas mundo afora estava o Vino Scelto (algo como “Vinho Escolhido”), de 1865, feito de um clone de Sangiovese Grosso, conhecido nos arredores de Montalcino como Brunello ou Brunellino, devido à cor escura dos bagos (brune significa marrom em italiano), cujos vinhos apresentavam uma extrema capacidade de guarda. Nos anos seguintes, ele teve enorme sucesso em concursos dentro e fora da Itália. visitaremos Pienza e Montepulciano, cenário do filme “Romeu e Julieta”. Veremos a Pieve di Corsignano, onde o papa Pio II foi batizado e o Duomo, com coloridos vitrais. No tempo livre, registre a paisagem que se tem dos terraços e experimente o melhor queijo de cabra de toda a Toscana, o Pecorino.

DIA 17

SIENA / BOLGHERI / SUVERETO

SIENA / BOLGHERI / SUVERETO

HOTEL ATHENA                                                                                                     

www.hotelathena.com

Hoje passeio em direção a Bolgheri, Vilarejo medieval, começou a ver sua história mudar na década de 1970 com o sucesso do primeiro vinho produzido com uva francesa na Itália, o Sassicaia. Mas quando lá se chega é o vinho que hoje está pelas ruas. As muitas enotecas atraem novos turistas ao vilarejo. A área de Bolgheri é realmente pontilhada com ciprestes e aves migratórias, reflete a influência do Mar Tirreno, mas nunca esquecer a sua ligação com a terra: uma esplêndida realidade que pode transmitir harmonia e requinte em seus vinhos, graças a um microclima único que dá elegância e valor a cada brisa. O Sassicaia passa dois anos em barris de carvalho, e ainda tem potencial de guarda de mais uns oito anos, como os bons vinhos franceses de Bordeaux. A produção é de cerca de 200 mil garrafas por ano. Ornellaia faz parte da elite do vinho italiano e é conhecida em todo o mundo como um símbolo da produção Made in Italy. A Tenuta dell’Ornellaia foi fundada em tempos bastante recentes, em 1982, mas desde o primeiro dia um objetivo muito específico foi estabelecido: a excelência. A vinícola nasceu de uma grande intuição de Ludovico Antinori, que no início dos anos 80 plantou os primeiros vinhedos. A história de Ornellaia é a história de uma fatia da Toscana selvagem que se transformou em um dos berços do vinho italiano. Na  Strada del Vino perto dali com boa infraestrutura para visitantes, arquitetura moderna de impacto e um lindo campo repleto de vinhedos e oliveiras é a Petra, nos arredores de Suvereto, outra cidadezinha medieval da região, com apenas três mil habitantes. O projeto da cave da Petra, no Val di Cornia, inclui áreas escavadas no meio de uma colina, para maior controle de temperatura e umidade, e foi descrito pelo jornal “The New York Times” como um “grande templo para uma grande civilização extinta, com a atmosfera de uma catedral”. Dos vinhedos que se estendem até o litoral. Na Petra cultivam-se uvas francesas cabernet sauvignon e merlot, e também a italiana sangiovese.

DIA 18

SIENA / SAN GIMIGNANO / VOLTERRA / PISA / BRASIL

SIENA / SAN GIMIGNANO / VOLTERRA / PISA / BRASIL

Hoje seguiremos para a região central e pelas belas estradas Toscanas até avistarmos, San Geminiano, com suas torres de pedras, sua marca registrada. Caminharemos pela Via San Giovanni, repleta de lojas de produtos locais e artesanato, até a Piazza della Cisterna, marco do centro da cidade antiga. Na Piazza del Duomo avistaremos o Palazzo del Popolo, o Museu Cívico e o Palazzo Vecchio del Podestá. Experimente o sorvete local, que foi premiado por várias vezes como o melhor da Itália. Volterra, conhecida pelos antigos etruscos como Velathri e chamada pelos romanos de Volaterrae, Volterra na região da Toscana já teve grande destaque quando na cidade moravam os bispos. Com muitos monumentos antigos, a cidade ainda mantém os vestígios da história. Os etruscos, originários da Ásia Menor na pré-história, ocuparam e protegeram a cidade durante os séculos 8 e 4 a.C. As 16hs saída ao aeroporto de Pisa, embarque ao Brasil.

PISA – ROMA (ALITALIA)

19h10min – 20h05min

ROMA – SÃO PAULO (ALITALIA)               

22h05min – 05h05min

SÃO PAULO – CURITIBA (AVIANCA)

08h50min – 10h00min

Serviços Inclusos

PACOTE INCLUI – GUIA SAINDO DO BRASIL ACOMPANHANDO TODA A VIAGEM

  • Micro para 26 pessoas de Verona a Pisa 17 Dias
  • Trem de alta velocidade entre Verona e Veneza e trem regional entra Rapallo/Cinque Terre/La Spezia
  • Três noites de hotel em TRENTO 4*
  • Quatro noites de hotel em PESCANTINA 4*
  • Três noites de hotel em ALBA 4*
  • Uma noite de hotel em RAPALLO 4*
  • Duas noites de hotel em MONTECARLO 4*
  • Três noites de hotel em SIENA 4*

Serviços Não Inclusos

Vistos

Vacinas

Passagem aérea Curitiba/Roma/Verona//Pisa/Roma/Curitiba

Valor Total do pacote terrestre (por pessoa em apartamento duplo).                                      € 2.880,00

Valor do terrestre, entrada de 20%, restante financiado em + 8x no boleto bancário

 

Valor Total da passagem aérea em classe econômica com taxa de embarque.                         $ 1.123,40

Sujeito a disponibilidade de reservas, Passagem aérea entrada + 10 x sem juros no cartão de crédito

 

EUROMAX, Assist. Médica € 55.000 Seg. Bagagem $ 1.200 Seg. Cancelamento $ 5.000    $ 127,00

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